Uma varejista japonesa está tentando impedir a revenda ilegal de cartas Pokémon, obrigando os vendedores a fazerem um teste antes de comprarem.

Uma loja japonesa está tomando medidas para impedir a revenda ilegal de cartas Pokémon, exigindo que os vendedores comprovem seu conhecimento sobre o assunto.

Pelo menos uma filial da rede de lojas de eletrônicos Bic Camera, que possui 45 unidades em todo o Japão, estaria exigindo que os clientes interessados ​​em comprar o mais recente conjunto do jogo de cartas colecionáveis ​​Pokémon façam um teste primeiro.

Conforme notado pelo usuário Ryo Saeba, a filial da Bic Camera em Ikabukuro, Tóquio, colocou um cartaz para quem quiser comprar uma caixa de cartas Mega Evolution: Ninja Spinner, que contém 30 pacotes.

A placa informa que as caixas estão limitadas a uma por cliente e, mesmo assim, não serão vendidas a menos que três condições sejam atendidas.

Primeiramente, o cliente precisa responder a um questionário (que, segundo Saeba, consiste em 15 perguntas) baseado no universo Pokémon. “Apenas aqueles que responderem corretamente às perguntas do questionário poderão comprar o item”, diz a placa, alertando que quem fotografar as perguntas do questionário terá o atendimento negado.

O cliente também precisa ter um cartão de recompensas da Bic Camera ou o aplicativo Bic Camera. Por fim, ele precisa concordar em deixar o caixa remover o plástico protetor e cortar a caixa ao longo das perfurações. Ao fazer isso, o cliente não poderá mais revender o produto como novo e sem lacre.

Embora os cambistas, aqueles que compram produtos a preço de varejo e os revendem com uma enorme margem de lucro – sejam um problema para a The Pokémon Company há muito tempo, essa prática se tornou mais comum nos últimos anos, à medida que mais relatos vêm à tona sobre cartas sendo revendidas a preços exorbitantes.

Diversas lojas no Japão, incluindo as lojas oficiais do Pokémon Center, têm removido a película plástica externa das caixas de boosters lacradas quando compradas nessas lojas, em um esforço para dissuadir cambistas (já que os clientes do mercado secundário não podem confiar que os pacotes não foram adulterados).

Para um consumidor comum que compra cartas no Pokémon Center ou na loja Bic Camera mencionada nesta reportagem, a remoção da embalagem externa não faz diferença, já que os pacotes em si permanecem lacrados e não há risco de as cartas serem adulteradas, pois estão sendo compradas de um revendedor confiável.


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