Se você caiu de paraquedas aqui e ainda não sabe, a gamescom latam 2025 rolou entre 30 de abril e 4 de maio, em São Paulo e, mano, foi gigante! Teve mais de 130 mil visitantes, um crescimento de cerca de 30% em relação ao ano passado e dezenas de publishers marcando presença por lá.
Mas aqui entre nós: maior não quer dizer automaticamente melhor…
O que foi realmente gigante
A segunda edição do evento consolidou o Brasil como um dos palcos mais relevantes para a indústria gamer no continente:
- 130K+ pessoas passaram pelo Anhembi durante os dias de festival, recorde absoluto até aqui.
- Mais de 40 publishers diferentes trazendo jogos, experiências e ativações massa.
- Milhares de conexões profissionais e encontros de negócios rolando nos bastidores.
- E o evento alcançou mais de 10 milhões de pessoas online por streams, highlights e presença nas redes.
Em resumo? Em tamanho e números, a gamescom latam tá firme como principal evento gamer da América Latina.
Mas será que foi “melhor”?
Aqui entra o ponto que a galera do Project N levantou, e eu assino embaixo se você prefere opinião sincera ao invés de hype engessado:
A infraestrutura e o espaço no Distrito Anhembi foram superiores, com áreas grandes e boa mobilidade pra galera andar sem esbarrar no cotovelo alheio… mas isso não necessariamente se traduziu em uma experiência inesquecível.
É aquele lance clássico de evento: ter espaço não significa ter conteúdo que preencha esse espaço.
Vários visitantes e até críticos comentaram que:
- O evento parecia um pouco “xerocado” da edição anterior, ou seja, grande sim, mas a sensação de novidade e revelação de coisas novas ficou aquém do esperado.
- Faltaram novidades bombásticas pra justificar tanta fila e tanta expectativa.
- Some people até relataram uma vibe meio “xoxo” em partes do evento, como se faltasse aquela faísca de uau, eu preciso ver isso agora!
O que realmente ficou marcado
Apesar das críticas (e elas existem, e são parte saudável do debate gamer), o saldo geral da gamescom latam 2025 foi positivo:
Tiveram palestras, painéis e presenças que deram aquele toque de profundidade no conteúdo do evento.
Rolou espaço pra indies, jogos finais do BIG Festival e uma aura de celebração da comunidade gamer local.
Público saiu satisfeito, bateu recordes e, mesmo com críticas pontuais, muita gente já tá ansiosa pra edição de 2026.
Conclusão: maior sim… melhor? Depende do seu ponto de vista
Se por “melhor” você entende maior, mais organizado e com mais gente envolvida, sem dúvida a gamescom latam 2025 entregou isso em cheio.
Agora, se “melhor” pra você é novidades que façam o coração bater mais rápido, anúncios de peso e experiências únicas de gameplay… bom, aí a gente entra no terreno da opinião — e muita gente achou que ficou devendo um pouco.
No fim das contas, a gamescom latam 2025 foi uma celebração grande do universo gamer no Brasil… só que nem sempre o tamanho corresponde ao impacto emocional que a galera esperava. Mas ei: vem aí 2026, e com certeza essa história ainda vai render muita conversa!
E agora… o que esperar da gamescom latam 2026?
Se 2025 foi o ano do crescimento em números, 2026 tem tudo pra ser o ano da consolidação em impacto.
A próxima edição da gamescom latam já chega com uma responsabilidade gigante nas costas: provar que não é só o maior evento gamer da América Latina… mas também o mais memorável.
Mais anúncios de peso
Depois das críticas sobre poucas “bombas” em 2025, a expectativa é clara:
A galera quer trailer inédito, gameplay exclusivo e aquele momento de grito coletivo no palco.
Se a organização jogar certo, 2026 pode virar palco de anúncios estratégicos para o mercado latino. O Brasil é enorme, consome jogo pra caramba e movimenta a indústria. Está na hora das publishers tratarem o evento como prioridade real, não só como parada no calendário.
Experiências mais imersivas
Não basta ter estande bonito.
O público quer sentir que está vivendo algo único.
Mais áreas temáticas, campeonatos presenciais com clima de final mundial, ativações criativas e espaços realmente pensados pra comunidade podem transformar o evento de “grande feira” em “festival gamer de verdade”.
Imagina áreas dedicadas a fighting games com mini torneios rolando o dia inteiro?
FGC ia agradecer.
Mais protagonismo latino
A gamescom latam tem uma chance absurda de virar vitrine definitiva dos estúdios da América Latina.
Mais espaço para indies, mais destaque para projetos brasileiros e latinos, e menos sensação de “evento importado”. Quando o público se reconhece no palco, a conexão muda completamente.
Organização e refinamento
Crescer rápido é ótimo.
Mas amadurecer é o que diferencia evento passageiro de evento lendário.
Se ajustarem fluxo de filas, programação mais bem distribuída e conteúdo realmente exclusivo, 2026 pode ser aquela edição que a galera vai lembrar daqui a 10 anos falando:
“Eu fui naquela.”
Resumindo
2025 provou que a gamescom latam tem força.
2026 precisa provar que ela tem identidade.
Se conseguir unir números gigantes com experiências marcantes, aí sim a gente pode começar a falar de um evento nível mundial… com sotaque latino e energia brasileira.
E aí… você vai estar lá em 2026 ou vai acompanhar do sofá no modo espectador?

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