A Microsoft resolveu um processo antitrust movido por um grupo de jogadores sobre o acordo com a Activision Blizzard.

A ação, movida na Califórnia em 2022, tentava argumentar que a fusão criaria um monopólio nos setores de jogos, serviços de assinatura e jogos em nuvem.

Conforme relatado pelo The Hollywood Reporter, esta semana ambas as partes notificaram o tribunal que o caso deveria ser arquivado com prejuízo, o que significa que não pode ser arquivado novamente. Os termos do acordo não foram divulgados.

Em dezembro de 2022, o grupo apresentou uma queixa num tribunal federal da Califórnia, argumentando que o acordo de 69 mil milhões de dólares poderia diminuir substancialmente a concorrência ou criar um monopólio, violando a Lei Clayton.

A ação privada antitrust, movida por 10 jogadores de videogame na Califórnia, Novo México e Nova Jersey, foi inicialmente rejeitada em março, depois que a juíza distrital dos EUA, Jacqueline Scott Corley, concluiu que ela não apresentou evidências suficientes para apoiar suas alegações.

No entanto, os demandantes tiveram 20 dias para refinar sua contestação legal e entraram com uma ação judicial alterada contendo informações editadas da Microsoft, incluindo um memorando estratégico e novas informações do principal oponente do acordo, a Sony Interactive Entertainment.

Um porta-voz da Microsoft disse à Reuters na época que a reclamação alterada continha “alegações infundadas e implausíveis sobre o efeito do acordo sobre a concorrência” e que a aquisição “traria mais jogos para mais pessoas”.

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